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| Com as mãos no rosto, Renato Augusto passa o momento real da seleção (Foto:Lucas Figueiredo/Mowa Press) |
A Seleção Brasileira ainda não se encontrou, após a
eliminação fatídica na semifinal da Copa do Mundo de 2014, quando levou o 7 x 1
da Alemanha, no estádio do Mineirão. Com a saída de Luis Felipe Scolari, a
Confederação Brasileira de Futebol (CBF) optou pela volta de Dunga. Em seu retorno
ao comando da seleção, caiu logo nas quartas de final da Copa América, no
Chile, para o Paraguai nas penalidades (o mesmo que aconteceu com Mano Menezes,
em 2011, na Argentina). Veio o começou das eliminatórias para Copa 2018, na
Rússia, e o Brasil é apenas o sexto colocado.
Em seis jogos disputados pelas eliminatórias
sul-americanas, a seleção brasileira só marcou nove pontos, tendo duas
vitórias, três empates e uma derrota, que foi na estreia contra o Chile, em
Santiago. Depois dos dois últimos resultados, contra o Uruguai, na Arena
Pernambuco, e Paraguai, em Assunção, ambos 2 a 2, o técnico Dunga começa a
balançar no cargo. Fala-se numa possível demissão, caso a equipe não for bem no
Centenário da Copa América, em junho, nos Estados Unidos.
A imprensa brasileira também cogita que ele não deve comandar a
seleção olímpica nos Jogos Rio 2016, em agosto, como havia acertado no seu retorno, em 2014. A direção analisa outros
treinadores que possa cuidar do time olímpico ou até mesmo Rogério Micale, que
vem comandando a equipe nos últimos amistosos e foi o treinador no vice mundial sub-20, na Nova Zelândia, em 2015.
O Brasil agora só volta a jogar pelas eliminatórias em
setembro, quando enfrenta o Equador e Colômbia. Até lá, o técnico Dunga pode
está no comando ou não. É aguardar os próximos capítulos e torcer para que a
seleção possa resgatar o brilho da amarelinha, como nos tempos de Pelé,
Garrincha, Gerson, Rivelino, e recentemente com Romário, Bebeto, Ronaldo,
Ronaldinho e Rivaldo.